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Estudo de Caso

M.C. nascida em 1952 com 49 anos em 2001 reside em comunidade na cidade de Rio de Janeiro. Vinda do nordeste tem no sangue a força do povo, é dona de um bar onde trabalha dia e noite. Sua queixa principal era o excesso de peso que afetava sua saúde conforme exames médicos e a falta de tempo que possuía para si ocasionando cansaço e desânimo.  Começou com terapia floral em setembro de 2001 utilizando o sistema floral Bach – Mimulus, Scleranthus, Gentian, Wild Rose, Olive e Sweet Chestnut. Após uma semana já se sentia mais animada e começou a caminhar no início 30 minutos diários.

Após um mês foram trocadas as essências: Oak, Wild Rose, Walnut, Hornbean, Wild Oat e Mimulus. Havia um grande desejo de começar a fechar o bar meia noite. Não trabalhando mais 24 horas.

Em dezembro consegue fechar o bar meia noite e abri-lo mais tarde, percebe uma submissão e que deve mudar, foi prescrito Centaury. Começa a caminhar mais de 30 minutos, passa para 1hora diária todas as manhãs com uma amiga.  

Durante 2002 utilizou Mimulus, Wild Rose, Centaury e Larch até agosto, quando se deu alta, pois havia conseguido alcançar seus objetivos: melhor resultado nos exames médicos, perder peso, diminuir o ritmo de trabalho e se divertir mais.

 

                                                                    Carmen  Regina Pereira de Souza – Terapeuta Floral

 

 

 

MEDICINA, ORAÇÃO E FLORAIS

Em novembro de 2007, quando entrei numa loja de artesanato, conversando com a dona da Loja (Luciana) ela me questionou se eu era Terapeuta Floral. Ela me disse que a Médica de uma de suas filhas havia sugerido que ela procurasse, também, a Terapia Floral, para ajudar no problema de uma das gêmeas (Rayssa) que aos dois anos e meio estava ficando com a barriga muito grande e os intestinos não funcionavam bem. Levou-a ao médico e foi detectado um câncer na pelve, na parede do abdome próximo a bexiga. Na biopsia foi confirmado câncer tipo Rabdomiosarcoma misto (embrionário e alveolar com 9 cm).

Já com mRayssa Antesetástases, próximo ao coração, no liquido pleural que envolvia os pulmões e pericárdio. Em 21/03/2007, iniciou a quimioterapia. A médica disse que a chance de cura seria de apenas 30%, pois o tumor era muito agressivo. Em julho de 2007 a criança tinha crises de Depressão e agressividade (principalmente com os familiares), precisou usar medicamentos psiquiátricos super fortes e controlados, um mês depois, acrescentou também radioterapia e fez 30 sessões retornando após a fazer somente quimioterapia. Toda a semana a criança era internada para fazer as aplicações, geralmente, após as aplicações ela vomitava muito e tinha febre altíssima, era necessário re-interná-la para fazer transfusões de sangue e tomava antibióticos muito fortes.

No dia 30/11/2007 começamos a tratá-la com Florais, de forma intensiva (segundo orientação de Marco Antonio Menelau, pesquisador dos Florais do Nordeste, a fórmula foi usada a cada meia hora). E os resultados foram imediatos e surpreendentes, após as aplicações da quimioterapia os efeitos foram visíveis. Não fez mais vômitos, não precisou mais re-interná-la após as sessões de quimioterapia, a febre foi diminuindo e com o tempo passou a não ter mais febre após as aplicações da quimioterapia e transfusão de sangue só fez por ocasião da cirurgia (15/03) e foi só para prevenção, pois não seria necessário.

As taxas de exames se modificaram, a imunidade aumentou. Com a continuidade do tratamento a criança só foi melhorando. Abriu o apetite e vontade de se alimentar, ficou mais alegre e percebia-se um maior ânimo de vida. Em 18/02/2008, foi feito um rastreamento em todo o organismo através do exame PET-CT e verificou-se que o líquido pleural já estava limpo e não havia mais metástases. Houve um recolhimento do tumor para a origem, já sendo possível fazer cirurgia e retirá-lo. Foi feita a cirurgia em 15/03/2008. Foi retirado nódulo, cujo resultado foi negativo para células malignas. Em 05/05/2008, repetiram o exame PET-TC, que acusou uma massa. Os médicos acharam que seria uma massa tumoral com isso abriam novamente e disseram que seria uma reação do organismo em função da quimioterapia. Em 19/06/2008, depois de examinarem a referida massa a conclusão foi: ausência de infiltração neoplásica. Em 04/08/2008, foi feito um 3º exame PET-TC, que não acusou mais nada.

Neste trabalho os Florais mais usados foram: Essências Florais Filhas de Gaia: Alecrim do Mato, Ipê Amarelo, Cipó de São João, Pluma Japonesa, Gerânio Vermelho, Alegria e Paineira; e, Essências Florais do Nordeste: Água de Cristo, Capim de Pêlo, Flor da Emoção, Flor do Coração, Flor da Jabuticaba, Flor do Juazeiro, Flor da União, Luz Violeta e Força Serena.

É claro que continuamos o acompanhamento com Florais, inclusive por orientação de Maria Grillo, pesquisadora do Sistema Filhas de Gaia, acrescentamos a Yarrow Special Formula, Califórnia, Falsa Mirra (Filhas de Gaia) e Turmalina Negra (Essências Cristalinas Solaris) para desintoxicar o organismo dos efeitos quimioterápicos.

Todas as orientações e consciência da Terapia Floral foram feitas através da Mãe (Luciana) que também fazia acompanhamento com as Essências Florais. Inclusive, o que aprendi no Curso de Psicomedicina - Florais do Nordeste, foi muito útil nesse trabalho.

Detalhes que foram muito importantes neste trabalho: Luciana disse-me que foi a médica quem sugeriu que ela procurasse tratamento Floral para Rayssa. E Luciana que é Evangélica, disse-me que não descuidou de suas orações, sempre antes de dar o Floral à Criança fazia uma oração. Ela costuma dizer que eu ter aparecido em sua loja, foi uma resposta as suas orações. E hoje RAYSSA, está muito bem, o tom da pele está bem melhor, é uma criança que fica sorrindo o tempo todo e falando muito (muito diferente de antes). Assim concluo que essa Integração: Medicina, Oração e Florais foi perfeita para ver uma Criança Feliz.

 

 

Alcina Fernandes de Oliveira